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Quarta-feira, 26 de Julho de 2006

Tocar

A cada acto, a cada pensamento, a cada luz, a cada toque, eu sinto o que e quem me rodeia. O toque de uma janela, de um animal ou de um Homem, duma flor, cada um como cada qual, e apesar de tanta diferença, tudo acaba sempre tão igual.

Uma janela, tão imóvel, tão fria mas que pode guardar tanto em nós; um animal, que sem tanto de racional, pode provocar tanto no pensamento de um Homem tão duro e lutador, tão frívolo e conquistador, tão inadequado e inteligente que nos toca sempre a mente; e, uma flor, tão desperta a cada raio de sol, tão vivida por uma simples gota de água, tão sentida a cada toque a tão simples toque que nos dá seres tão duros, frívolos e inadequados, uma flor na simplicidade da sua beleza, deixa de braços bem abertos, que nós homens, peguemos nelas e as levemos para casa.

Mas finalmente descobri a razão de levarmos a nossa simples flor para casa, esta flor é nos sempre sincera, não se vangloria enquanto murcha, nem murcha enquanto se vangloria, e sempre prar nós, o seu tocar, o seu viver, o seu sentir, sentir esse tão inútil, tão ligeiro, tão lindo a cada toque, a cada suave toque de cada uma das suas pétalas, sinto enorme sentir, como se cada pétala fosse uma leve brisa a passar pelas minhas costas, provocando uma reacção tal, que me toca, tanto e tão profudamente, como que uma onda do vasto e grandioso mar na leve e simples areia da praia.

Tão simples toque chegou tão longe e tão dentro, como poderá ser possível neste ser de tanta dureza e frieza tão delicada e com tanto para dar... a minha flor faz-me viver, tão suave só consigo imaginar eu nunca te perder... pois a cada acto, a cada pensamento, a cada luz, a cada toque, eu sinto que me rodeias... eu sinto... eu sei... tu és a minha Paz!

sinto-me: Perdidamente apaixonada
publicado por Pipoca às 09:55
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