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Sexta-feira, 1 de Junho de 2007

Ausência

 

 

.

Sete anos... já se passaram sete anos desde que vos perdi!

Sete anos, desde que Deus vos levou!

.

Parece que foi ontem...

.

Quantas vezes me disseram que o tempo tudo curaria!

.

O tempo... o tempo só tem agravado as saudades que tenho vossas...

O tempo só tem deixado marcas cada vez mais fundas no meu coração!

.

Sinto a vossa presença todos os dias... sinto-vos em todos os momentos da minha vida!

.

E sei que sentirei para sempre...

Sei que estarão sempre no meu coração!

.

Pai, Mãe, Avó: Amo-vos com todas as forças que ainda me restam!

.

 

sinto-me: não me sinto
Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006

A ti...

 

A vida é uma ladeira díficil de atrevessar, é uma coisa passageira porém sem prazo para acabar.

Tem momentos de prazer, de dor e aventura.

Tem momentos de sofrimento e amargura.

A vida desenvolve-se de modo que se entende, quanto mais se vive mais se aprende...

E por mais díficil que seja a tua vida, vive-a;

Por mais duros que sejam os teus obstáculos ultrapassa-os;

Por mais cruel que seja a tua cruz, luta;

Pois só assim conseguirás um pouco daquilo a que chamamos FELICIDADE!

.

Tia, apesar de longe estou sempre contigo em pensamento!

Tenho saudades tuas...

publicado por Pipoca às 16:02
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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006

Pai

Pai, hoje o meu pensamento, por mais que tente, não se afasta de ti, da recordação da tua imagem, da tua voz, das tuas mãos...

Permanece em mim, todos os nossos momentos,

Tudo o que partilhamos,

Tudo o que vivemos os dois...

Farias hoje 48 anos!

Se a vida para ti não tivesse tido o seu fim...

Se injustamente não te tivessem roubado os sonhos e projectos que ainda querias realizar...

Mas Pai, eu nunca te esquecerei!

Nunca abandonarei os teus ensinamentos!

Nunca permitirei que da minha memória se apague todas as recordações!

Amo-te Pai! Amo-te hoje mais do que te amava ontem...

Sei que um dia nos vamos encontrar,

E, aí, festejaremos todos os aniversários que já passámos longe...

PROMETO-TE PAPÁ!!!

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publicado por Pipoca às 14:04
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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2006

A Perfeição

Uma história diferente...
Em Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem durante toda a vida escolar, enquanto que outras podem ser encaminhadas para escolas comuns.

Num jantar de beneficiência de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:
- ”Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição? O meu filho não entende as coisas como outras crianças entendem. O meu filho não se pode lembrar de factos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?"
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas ele continuou:
- "Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele procura está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."
Então ele contou a história seguinte sobre o seu filho Pedro: "Uma tarde, eu e o Pedro caminhávamos pelo parque onde alguns miúdos que o conheciam estavam a jogar basebol.
O Pedro perguntou-me: - Pai, achas que eles me deixam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos miúdos não o quereria na equipa. Mas entendi que se o Pedro pudesse jogar com eles, isso dar-lhe-ia uma confortável sensação de participação.
Aproximei-me de um dos miúdos no campo e perguntei-lhe se o Pedro poderia jogar. O miúdo deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação dos companheiros da sua equipa e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:
- Nós estamos a perder por seis pontos e o jogo está na oitava rodada.

- Acho que ele pode entrar na nossa equipa e tentaremos colocá-lo para bater até a nona  rodada. Fiquei admirado quando o Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do miúdo. Pediram então para que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar.
No final da oitava rodada, a equipa do Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava a perder pôr três. No final da nona rodada, a equipa do Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, o Pedro foi escalado para continuar.
Uma questão veio, porém, à minha mente: a equipa deixaria o Pedro, de facto, rebater nesta circunstância e deitar fora a possibilidade de ganhar o jogo?
Surpreendentemente, o bastão foi dado ao Pedro. Toda gente sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem sequer sabia segurar o devidamente o bastão.
Porém, quando o Pedro tomou posição, o lançador deu alguns passos para arremessar a bola de maneira que o Pedro pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e o Pedro balançou desajeitadamente e perdeu. Um dos companheiros da equipa do Pedro foi ter com ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para o Pedro. Quando veio o lance, o Pedro e o seu companheiro da equipa balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, e o Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Então toda a gente começou a gritar: Pedro, corre para a primeira base. Corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido... Mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele podia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava a correr. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo a gente gritou: Corre para a segunda, corre para a segunda base. Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal.
Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direcção de terceira base e todos gritaram: Corre para a terceira.

Ambas as equipas correram atrás dele a gritar: Pedro, corre para a base principal.

Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 miúdos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipa dele.

 

- ”Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 miúdos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"

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Quarta-feira, 26 de Julho de 2006

Tocar

A cada acto, a cada pensamento, a cada luz, a cada toque, eu sinto o que e quem me rodeia. O toque de uma janela, de um animal ou de um Homem, duma flor, cada um como cada qual, e apesar de tanta diferença, tudo acaba sempre tão igual.

Uma janela, tão imóvel, tão fria mas que pode guardar tanto em nós; um animal, que sem tanto de racional, pode provocar tanto no pensamento de um Homem tão duro e lutador, tão frívolo e conquistador, tão inadequado e inteligente que nos toca sempre a mente; e, uma flor, tão desperta a cada raio de sol, tão vivida por uma simples gota de água, tão sentida a cada toque a tão simples toque que nos dá seres tão duros, frívolos e inadequados, uma flor na simplicidade da sua beleza, deixa de braços bem abertos, que nós homens, peguemos nelas e as levemos para casa.

Mas finalmente descobri a razão de levarmos a nossa simples flor para casa, esta flor é nos sempre sincera, não se vangloria enquanto murcha, nem murcha enquanto se vangloria, e sempre prar nós, o seu tocar, o seu viver, o seu sentir, sentir esse tão inútil, tão ligeiro, tão lindo a cada toque, a cada suave toque de cada uma das suas pétalas, sinto enorme sentir, como se cada pétala fosse uma leve brisa a passar pelas minhas costas, provocando uma reacção tal, que me toca, tanto e tão profudamente, como que uma onda do vasto e grandioso mar na leve e simples areia da praia.

Tão simples toque chegou tão longe e tão dentro, como poderá ser possível neste ser de tanta dureza e frieza tão delicada e com tanto para dar... a minha flor faz-me viver, tão suave só consigo imaginar eu nunca te perder... pois a cada acto, a cada pensamento, a cada luz, a cada toque, eu sinto que me rodeias... eu sinto... eu sei... tu és a minha Paz!

sinto-me: Perdidamente apaixonada
publicado por Pipoca às 09:55
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Sexta-feira, 16 de Junho de 2006

O que é o Amor, segundo algumas crianças...

Se as crianças conseguem percebê-lo imediatamente, porque não nós, adultos?

O Significado do Amor (dito por Crianças)

Um grupo de profissionais colocou esta questão a um conjunto de crianças entre os 4 e os 8 anos: «Qual é o significado do amor? As respostas que obtiveram foram muito mais amplas e profundas do que alguém possa imaginar.

Vejam por vocês mesmos:

«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»

Rebeca, 8 anos


«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»

Billy, 4 anos


«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»

Karl, 5 anos


«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»

Chrissy, 6 anos


«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»

Terri, 4 anos


«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»

Danny, 7 anos



«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»

Emily, 8 anos


«O amor é aquilo que está contigo na sala, no Natal, se parares de abrir os presentes e escutares com atenção.»

Bobby, 7 anos


«Se queres aprender mais sobre o amor, deves começar por um amigo que odeies.»

Nikka, 6 anos


«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»

Noelle, 7 anos


«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.»

(nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)

Tommy, 6 anos

«Durante o meu recital de piano, eu estava no palco e sentia-me apavorada. Olhei para todas as pessoas que estavam a olhar para mim, e reparei no meu pai que estava a acenar-me e a sorrir. Era a única pessoa a fazer aquilo. O medo desapareceu»

Cindy, 8 anos


«A minha mãe ama-me mais do ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»

Clare, 6 anos


«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»

Elaine, 5 anos

«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»

Chris, 7 anos


«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia.»

Mary Ann, 4 anos


«Eu sei que a minha irmã mais velha me ama, porque me dá todas as roupas usadas e tem de ir comprar outras.»

Lauren, 4 anos


«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam paras cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.»

(quanta arte!)

Karen, 7 anos

«Amor é quando a mamã vê o papá na casa de banho e não acha isso indecente.»

Mark, 6 anos


«Nunca devemos dizer "Amo-te", a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se .»

Jessica, 8 anos


E a última?

 

«O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa. A vencedora foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe lhe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse: Nada, só o ajudei a chorar.»
sinto-me:
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publicado por Pipoca às 17:18
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Domingo, 7 de Maio de 2006

Dia da Mãe

Mãe... Minha Mãe!
Como sinto a tua falta!
Como me marca a tua ausência...
Mas, para sempre Mãe!
Ainda me recordo do teu cheiro;
Sinto na ponta dos meus dedo,
O toque da tua pele;
Ouço, ao longe, a tua voz;
E, vibro na tua gargalhada.
Para sempre te vou recordar...
Para sempre te vou ouvir...
Mãe... Minha Mãe!
Para sempre te vou Amar!

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publicado por Pipoca às 09:00
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