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Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

O Carvalho e o Eucalipto

O carvalho e o eucalipto são duas espécies de árvores belíssimas, até muito parecidas em alguns aspectos, porém na sua essência, muito diferentes. O carvalho é tão duro e tão resistente que, quando vem uma tempestade ele resiste até quebrar. O que é a resistência? É o endurecimento, é não deixar fluir. Não resistir é sabedoria; lutar, brigar, é ir contra, é perder. O eucalipto por sua vez, é flexível, maleável. Elegantemente, até para bailar diante das tempestades, como um sábio que percebe que aquilo significa apenas alguns momentos rápidos necessários para sua bela e harmoniosa natureza. Mas a diferença destas duas árvores no término da tempestade é extremamente danosa. Ao carvalho caído no chão só resta a morte, enquanto o eucalipto, com postura de vencedor, continuará com todas as honras no ciclo de vida naturalmente intacto.

Nós também fazemos parte da natureza, e quando tomamos uma atitude endurecida com a vida, não aceitando os experimentos que vêm ao nosso encontro, com certeza sairemos machucados. Aceitar é libertar, é a forma mais inteligente e sábia de vivificarmos experiências, assim crescendo e aprendendo. Todos os acontecimentos nos trazem grandes lições de sabedoria, desde é claro, que saibamos observar esses acontecimentos, tão necessários para toda nossa vida, que um dia fomos colocados aqui para experimentar.

(Autor desconhecido)

publicado por Pipoca às 12:44
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Quarta-feira, 27 de Junho de 2007

Ouse!

O passo a mais que damos a cada caminhada é o que nos coloca mais próximos de tudo que podemos ser.

A tentativa além, um pouco mais além de todas as que já fizemos, é a que mais claramente revela do que somos capazes e até onde poderemos chegar.

Quantos de nós nos entregamos antes mesmo de tentar, pela simples dificuldade de perceber que é possível ultrapassar o limite do círculo que traçamos em torno de nós e ao longo da vida?

Quantas vezes estivemos na iminência de girar a maçaneta da porta que nos levaria da escuridão à claridade e não o fizemos, simplesmente por não aceitar o impulso livre, soberano e intuitivo que conduzia nossas mãos a girar?

Quantas vezes hoje você ouviu seu coração? Sem temer, sem limitar, sem pré-conceber, prejulgar, sem se prender, deixando-se levar pelo prazer de descobrir, correr riscos e realizar.

Pobre de quem põe a nuvem do medo diante dos olhos, que prefere fugir em vez de dar-se o direito de praticar o sonho.

Tem aquele que, sem saber que era possível, foi lá e fez.
   
Esta é a sua vez. O verdadeiro poder é de quem ousa. Ouse fazer e alcance seu sucesso!

publicado por Pipoca às 10:16
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Quinta-feira, 14 de Junho de 2007

Um Ciclo de Vida às avessas

 

"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás para a frente.

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Nós deveríamos morrer primeiro, livrar-nos logo disso.

Depois viver num asilo, até sermos expulsos de lá para fora por sermos muito novos.

Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.

.

Então, trabalhávamos 40 anos até ficarmos novos o suficiente para podermos aproveitar a reforma. Aí curte-se tudo: bebe-se bastante, faz-se festas, e nos preparamos para a faculdade.

.

 

Vamos para a escola, temos várias namoradas, viramos crianças, não temos nenhuma responsabilidade, tornamo-nos bebezinhos de colo, voltamos para o útero de nossa mãe, passamos os nosso últimos nove meses de vida flutuando...

.

 

E, termina tudo com um orgasmo!

.

 

Não seria perfeito?"

.

.

Charles   Chaplin

 

 

publicado por Pipoca às 10:57
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Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Pegadas na Areia

 

Uma noite eu tive um sonho. Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e através do Céu passavam cenas de minha vida. Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; um era o meu, e o outro, do Senhor. Quando a última cena de minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que muitas vezes no caminho da minha vida havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos da minha vida. Isso aborreceu-me e então perguntei ao Senhor:
- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo, em todo o caminho. Contudo, notei que durante as maiores atribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixaste sozinho.
O Senhor me respondeu:
- Meu querido filho. Jamais te deixaria nas horas de prova e de sofrimento. Quando vistes na areia, só um par de pegadas, eram as minhas. Foi exactamente aí que eu te carreguei em meus braços.

 

 

Terça-feira, 24 de Abril de 2007

Até aos Cumes

 

Lança a tua luva aos pés do Desespero, e verás que não aceita o desafio. Sê - conforme a seiva que tiveres - e vencerás. Levanta-te das pedras que te feriram e deixa que o teu sangue as envergonhe. Não troques nunca o teu sorriso pelas lágrimas, se o anelo do fácil te segredar: "Basta!"

Constrói-te com paciência até aos cumes, e não invejes a gente da planície. Não hesites nunca na Amizade pura, pois tu és o guardador de teu Irmão.

Ama - em Branco, em Grande e em Bom - e terás asas. Desprende-te de quem te retiver por prisioneiro, mas não recuses a mão ao afogado. Compromete-te para sempre com a Esperança, e ela te dirá que és um Menino.

Encara a vida de frente e com ternura. Entende, longe e quente, meretrizes, banqueiros, calafates e ministros..., e todos buscarão o teu segredo.

E se a quadriga moça do teu corpo freme - porque és Homem, porque és de barro, e porque és fraco - puxa as rédeas, meu valente, até à espuma, mas não te esqueças de que é pela Via-láctea que tu corres.

 

(Maria Lucília Bonacho)

publicado por Pipoca às 09:53
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2007

O Homem

 

Era  uma  tarde  do  fim  de Novembro,  já sem nenhum Outono.

A cidade erguia as suas paredes de pedras escuras. O céu estava alto, desolado, cor de frio. Os homens caminhavam empurrando-se uns aos outros nos passeios. Os carros passavam depressa.

Deviam ser quatro horas da tarde de um dia sem sol nem chuva.

Havia muita gente na rua naquele dia. Eu caminhava no passeio, depressa. A certa altura encontrei-me atrás de um homem muito pobremente vestido que levava ao colo uma criança loira, uma daquelas crianças cuja beleza quase não se pode descrever. É a beleza de uma madrugada de Verão, a beleza de uma rosa, a beleza do orvalho, unidas à incrível beleza de uma inocência humana.

Instintivamente o meu olhar ficou um momento preso na cara da criança. Mas o homem caminhava muito devagar e eu, levada pelo movimento da cidade, passei à sua frente. Mas ao passar voltei a cabeça para trás para ver mais uma vez a criança.

Foi então que vi o homem. Imediatamente parei. Era um homem extraordinariamente belo, que devia ter trinta anos e em cujo rosto estavam inscritos a miséria, o abandono, a solidão. O seu fato, que tendo perdido a cor tinha ficado verde, deixava adivinhar um corpo comido pela fome. O cabelo era castanho-claro, apartado ao meio, ligeiramente comprido. A barba por cortar há muitos dias crescia em ponta. Estreitamente esculpida pela pobreza, a cara mostrava o belo desenho dos ossos. Mas mais belos do que tudo eram os olhos, os olhos claros, luminosos de solidão e de doçura. No próprio instante em que eu o vi, o homem levantou a cabeça para o céu.

Como contar o seu gesto?

Era um céu alto, sem resposta, cor de frio. O homem levantou a cabeça no gesto de alguém que, tendo ultrapassado um limite, já nada tem para dar e se volta para fora procurando uma resposta: A sua cara escorria sofrimento. A sua expressão era simultaneamente resignação, espanto e pergunta. Caminhava lentamente, muito lentamente, do lado de dentro do passeio, rente ao muro. Caminhava muito direito, como se todo o corpo estivesse erguido na pergunta. Com a cabeça levantada, olhava o céu. Mas o céu eram planícies e planícies de silêncio.

Tudo isto se passou num momento e, por isso, eu, que me lembro nitidamente do fato do homem, da sua cara, do seu olhar e dos seus gestos, não consigo rever com clareza o que se passou dentro de mim. Foi como se tivesse ficado vazia olhando o homem.

A multidão não parava de passar. Era o centro do centro da cidade. O homem estava sozinho, sozinho. Rios de gente passavam sem o ver.

Só eu tinha parado, mas inutilmente. O homem não me olhava. Quis fazer alguma coisa, mas não sabia o quê. Era como se a sua solidão estivesse para além de todos os meus gestos, como se ela o envolvesse e o separasse de mim e fosse tarde de mais para qualquer palavra e já nada tivesse remédio. Era como se eu tivesse as mãos atadas. Assim às vezes nos sonhos queremos agir e não podemos.

O homem caminhava muito devagar. Eu estava parada no meio do passeio, contra o sentido da multidão.

Sentia a cidade empurrar-me e separar-me do homem. Ninguém o via caminhando lentamente, tão lentamente, com a cabeça erguida e com uma criança nos braços rente ao muro de pedra fria.

Agora eu penso no que podia ter feito. Era preciso ter decidido depressa. Mas eu tinha a alma e as mãos pesadas de indecisão. Não via bem. Só sabia hesitar e duvidar. Por isso estava ali parada, impotente, no meio do passeio. A cidade empurrava-me e um relógio bateu horas.

Lembrei-me de que tinha alguém à minha espera e que estava atrasada. As pessoas que não viam o homem começavam a ver-me a mim. Era impossível continuar parada.

Então, como o nadador que é apanhado numa corrente desiste de lutar e se deixa ir com a água, assim eu deixei de me opor ao movimento da cidade e me deixei levar pela onda de gente para longe do homem.

Mas enquanto seguia no passeio rodeada de ombros e cabeças, a imagem do homem continuava suspensa nos meus olhos. E nasceu em mim a sensação confusa de que nele havia alguma coisa ou alguém que eu reconhecia.

Rapidamente evoquei todos os lugares onde eu tinha vívido. Desenrolei para trás o filme do tempo. As imagens passaram oscilantes, um pouco trémulas e rápidas. Mas não encontrei nada. E tentei reunir e rever todas as memórias de quadros, de livros, de fotografias. Mas a imagem do homem continuava sozinha: a cabeça levantada que olhava o céu com uma expressão de infinita solidão, de abandono e de pergunta.

E do fundo da memória, trazidas pela imagem, muito devagar, uma por uma, inconfundíveis, apareceram as palavras:

- Pai, Pai, por que me abandonaste?

Então compreendi por que é que o homem que eu deixara para trás não era um estranho. A sua imagem era exactamente igual à outra imagem que se formara no meu espírito quando eu li:

- Pai, Pai, por que me abandonaste?

Era aquela a posição da cabeça, era aquele o olhar, era aquele o sofrimento, era aquele o abandono, aquela a solidão.

Para além da dureza e das traições dos homens, para além da agonia da carne, começa a prova do último suplício: o silêncio de Deus.

E os céus parecem desertos e vazios sobre as cidades escuras.

Voltei para trás. Subi contra a corrente o rio da multidão. Temi tê-lo perdido. Havia gente, gente, ombros, cabeças, ombros. Mas de repente vi-o.

Tinha parado, mas continuava a segurar a criança e a olhar o céu.

Corri, empurrando quase as pessoas. Estava já a dois passos dele. Mas nesse momento, exactamente, o homem caiu no chão. Da sua boca corria um rio de sangue e nos seus olhos havia ainda a mesma expressão de infinita paciência.

A criança caíra com ele e chorava no meio do passeio, escondendo a cara na saia do seu vestido manchado de sangue.

Então a multidão parou e formou um círculo à volta do homem. Ombros mais fortes do que os meus empurram-me para trás. Eu estava do lado de fora do círculo. Tentei atravessá-lo, mas não consegui. As pessoas apertadas umas contra as outras eram como um único corpo fechado. À minha frente estavam homens mais altos do que eu que me impediam de ver. Quis espreitar, pedi licença, tentei empurrar, mas ninguém me deixou passar. Ouvi lamentações, ordens, apitos. Depois veio uma ambulância. Quando o círculo se abriu, o homem e a criança tinham desaparecido.

Então a multidão dispersou-se e eu fiquei no meio do passeio, caminhando para a frente, levada pelo movimento da cidade.

**

Muitos anos passaram. O homem certamente morreu. Mas continua ao nosso lado. Pelas ruas.

 

 

  

(Sophia de Mello Breyner Andresen, in Contos Exemplares)

 

Quinta-feira, 5 de Abril de 2007

Caminhos

A sabedoria mostra que é preciso aprender a decifrar mapas para dar forma a sua estrada. Também ninguém vai garantir que o futuro será coroado em forma de uma loteria premiada, já que é quase certo que isso nunca ocorra.

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Quando falamos em carreiras, profissões, e no valor que isso representa na própria vida, temos que levar em consideração que o mundo depende de gente que consegue transformar capacitação em competência, e por conta disso sempre estaremos pela selecção dos mais adaptados.

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As luzes desses caminhos, não retractam homens, nem mulheres. O que temos é uma evolução pela troca onde dia após a dia um vai assumindo mais o lado do outro, criando pelo compartilhamento, um melhor entendimento, evolução e extensão de valores, possibilitando assim a reinvenção sobre o que achávamos que já estava consumado.

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Sabemos que a busca que tentamos ontem, continuará hoje, e se repetirá amanhã, depois e depois. Vivemos atrás dos tesouros materiais e espirituais, pela procura de novos efeitos e equilibrios, que combinem novos arco-íris, mesmo quando não conseguimos tocá-los ou alcançá-los.

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Acho que tudo surge, quando nos antecedemos de motivos. Coisas do tipo “porque estou aqui”, às vezes podem ser mais importantes do que as etapas da conquista, pois a convicção é a garantia para que estejamos envolvidos de entusiasmo dentro daquilo que queremos.

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Penso que nunca temos que fazer algo quando não existe a certeza da dimensão do onde pode nos levar e o quanto isso nos transformará. As consequências das mudanças são sempre maiores do que imaginamos, e daí enquanto houver duvidas, não avance. Estude e analise as possibilidades, sempre se preparando, para não se precipitar nas acções, ampliando sua previsibilidade para o domínio das situações.
O segredo da energia e a sua não dissipação tem a ver com o dominar e ser dominado, pois tudo que somos e fazemos deve despertar sensores para que sejam encaminhados ao cérebro, descodificando e sinalizando motivos para avanços ou não. Todo princípio deve conduzir a resultados, mas longe deles, seu inicio estará na percepção dos olhos alheios, na sensação do conforto, no colo e envolvimento, na força das pessoas e no desejo de encontrar alquimia entre elas.

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Tu podes ser muito bom em alguma coisa, mas alguma coisa pode não ser muito mais do que o mínimo para estar de pé. Inclui diversidade e quantidade no que fazes, pois nem todos que te ouvem e querem são iguais e isso fará muita diferença.
Sempre deverá existir algo que te faça avançar, que venha a te motivar, que construa dias de 24 horas, que plante teu desejo de continuar, que te inclua no papel principal da tua historia, que te inspire a estar bem e feliz.

Valemos a pena, mas às vezes esquecemos, pela ausência de tempo, que devemos criar espaços para brindarmos a nós mesmos.
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Um brinde a ti!

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Um brinde para te abençoar, para que tudo que faças, mesmo o simples, tenha um grande significado.
E que a tua vida, se junte a um destino, que não precisa ser o melhor do mundo, mas que seja o escolhido por ti, e só porque tu vales a pena.
Um brinde, um sorriso, e a certeza de que a historia, mesmo entre altos e baixos, é a grande causa da nossa presença e existência.
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Viver é isso, saber que somos fantásticos, já que sofremos pelos erros, pelas tentativas, e mesmo assim não abandonamos a renovação dos sonhos.

sinto-me:
publicado por Pipoca às 08:20
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Terça-feira, 13 de Março de 2007

Alternativas

Alternativas

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Por Letícia Thompson

.

As facilidades da vida nos limitam.

Todas as nossas perfeições nos deixam assim preguiçosos e acomodados.

Não desenvolvemos, porque não vemos a necessidade de ir além. É como ter acesso a algo e nunca buscá-lo, exactamente porque está ali, disponível.

 .

 

Nos extasiamos diante daqueles que encontram dificuldades e as vencem. Ficamos boquiabertos diante de vídeos de deficientes que fazem muito mais que nós e nesses instantes nos sentimos culpados. Mas isso passa logo. Poderíamos, nesse caso, nos perguntar quem é o verdadeiro deficiente.

 .

 

Nos esquecemos que a vida é cheia de alternativas e nos bloqueamos diante do primeiro muro. Precisaremos primeiro estar cegos para que possamos desenvolver nossos outros sentidos? Será necessário perder o uso das pernas para se fazer uso das mãos e da mente?

 .

 

Deus nos vê e Seu coração deve ficar apertado. Então Ele permite as dificuldades, não para nos maltratar, mas para que possa sair de nós o que de melhor temos, como a pérola fechada na concha e infinitamente mais linda que sua roupa.

 .

 

A vida nos mói, amassa, derruba muitas vezes para que possamos encontrar as saídas, para que possamos aprender a enxergar com os olhos da fé, para que possamos desenvolver outros sentidos e enriquecer nossas vidas. Para que possamos ser exemplo para os que vêm atrás de nós, assim como são para nós aqueles que seguem adiante e nem sequer compreendemos como é que conseguem as forças.

 .

 

Não é a cegueira ou os defeitos físicos que nos tornam incapazes e debilitados, mas a cegueira e defeitos da acomodação, do desânimo, da falta de perseverança.

 .

 

As alternativas não faltam na vida. O que falta, muitas vezes, é a motivação. E se esta não vem por si só, será necessário sim uma queda, uma perda, uma dor para que possamos florescer e mostrar ao mundo do que somos capazes.

publicado por Pipoca às 10:11
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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2007

Respeito

 

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês a colocar um prato de arroz na lápide ao lado. Ele vira-se para o chinês e pergunta:

- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto vem comer o arroz?

Ao que o chinês responde:

- Sim, quando o seu vier cheirar as flores!

 

publicado por Pipoca às 12:02
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2007

Risco!

Ter esperança é correr o risco de se poder decepcionar;

Tentar é correr o risco de falhar;

Rir é correr o risco de parecer um tolo;

Chorar é correr o risco de parecer um sentimental;

Amar é correr o risco de não ser amado;

Amar alguém é correr o risco de se ser traído...

Os riscos precisam de ser enfrentados, pois o maior fracasso da vida é não os correr... porque a vida é isso mesmo: um Risco!

publicado por Pipoca às 15:28
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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2006

Dicas para uma semana feliz!

 

Quer ter uma semana feliz?!

 

Então siga estas dicas:

 

Durma o suficiente

Leia, Cultive-se

Brinque com coisas simples

Não se esqueça do lazer

Se necessitar peça um pouco de carinho

Enfrente os problemas olhos nos olhos

Alimente-se correctamente

Seja carinhoso

Se a situação exigir demonstre sua indignação

Mude de visual

Seja muito feliz!

publicado por Pipoca às 11:44
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2006

Aprendi:

publicado por Pipoca às 11:40
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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2006

Pensamento do Dia

Segunda-feira, 21 de Agosto de 2006

Jogue fora as suas "Batatas"!

Um professor pediu aos alunos que levassem uma mochila com batatas para a sala de aula.
Solicitou que separassem uma batata para cada pessoa que os magoara ou de alguma forma os fizera sofrer. Então, escrevessem o nome da pessoa na batata e a colocassem dentro da mochila. Eles começaram a pensar, e foram lembrando uma a uma...
Algumas mochilas ficaram  muito pesadas!
A tarefa seguinte consistia em, durante uma semana, carregar consigo a mochila com as batatas para aonde quer que fossem.
Com o tempo as batatas foram se deteriorando. Era um incomodo carregar a mochila o tempo todo e ainda sentir seu mau cheiro. Alem disso, a preocupação em não esquecê-la em algum lugar fazia com que deixassem de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
E, foi assim que, os alunos entenderam a lição de que carregar mágoas é tão ruim quanto carregar batatas.
.

Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos se enchem de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.
Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.
.
Vamos lá!
.
Jogue fora suas "batatas"
.
E sorria!!!

(Recebi este texto agora mesmo por e-mail! Obrigada, Aninhas!)

publicado por Pipoca às 12:30
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2006

Palavras Sábias

Perguntaram a Dalai Lama o que mais o surpreendia na humanidade.
Ele respondeu:
"Os Homens. Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
Vivem como se nunca fossem morrer, e morrem como se nunca tivessem vivido."

publicado por Pipoca às 10:41
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2006

O medo...

O Medo leva-nos a perder coisas únicas na vida, a não arriscar o que se procura, ao isolamento, à solidão...
O Medo leva-nos a perder a felicidade tantas e tantas vezes, simplesmente porque temos medo de dar um passo em frente e enfrentar o que o coração manda e a razão teima e trava...

publicado por Pipoca às 10:43
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Quarta-feira, 26 de Julho de 2006

Tocar

A cada acto, a cada pensamento, a cada luz, a cada toque, eu sinto o que e quem me rodeia. O toque de uma janela, de um animal ou de um Homem, duma flor, cada um como cada qual, e apesar de tanta diferença, tudo acaba sempre tão igual.

Uma janela, tão imóvel, tão fria mas que pode guardar tanto em nós; um animal, que sem tanto de racional, pode provocar tanto no pensamento de um Homem tão duro e lutador, tão frívolo e conquistador, tão inadequado e inteligente que nos toca sempre a mente; e, uma flor, tão desperta a cada raio de sol, tão vivida por uma simples gota de água, tão sentida a cada toque a tão simples toque que nos dá seres tão duros, frívolos e inadequados, uma flor na simplicidade da sua beleza, deixa de braços bem abertos, que nós homens, peguemos nelas e as levemos para casa.

Mas finalmente descobri a razão de levarmos a nossa simples flor para casa, esta flor é nos sempre sincera, não se vangloria enquanto murcha, nem murcha enquanto se vangloria, e sempre prar nós, o seu tocar, o seu viver, o seu sentir, sentir esse tão inútil, tão ligeiro, tão lindo a cada toque, a cada suave toque de cada uma das suas pétalas, sinto enorme sentir, como se cada pétala fosse uma leve brisa a passar pelas minhas costas, provocando uma reacção tal, que me toca, tanto e tão profudamente, como que uma onda do vasto e grandioso mar na leve e simples areia da praia.

Tão simples toque chegou tão longe e tão dentro, como poderá ser possível neste ser de tanta dureza e frieza tão delicada e com tanto para dar... a minha flor faz-me viver, tão suave só consigo imaginar eu nunca te perder... pois a cada acto, a cada pensamento, a cada luz, a cada toque, eu sinto que me rodeias... eu sinto... eu sei... tu és a minha Paz!

sinto-me: Perdidamente apaixonada
publicado por Pipoca às 09:55
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Sexta-feira, 14 de Julho de 2006

SOBRA SEMPRE PARA OS MESMOS

 

Alegoria da Gestão (No reino Animal)

Todos os dias, a formiga chegava cedinho à oficina e desatava a trabalhar. Produzia e era feliz. O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão.
Se ela produzia tanto sem supervisão, melhor seria supervisionada...
E contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios. A primeira preocupação da barata foi estabelecer um horário para a entrada e saída da formiga. De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas. O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito.
Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.
A formiga produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo!
O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete. A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.
Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente.
Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes concluía: “há muita gente nesta empresa”.

Adivinhem quem o leão começou por despedir:


A formiga, claro, porque "andava muito desmotivada e aborrecida"

sinto-me:
publicado por Pipoca às 19:08
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Sexta-feira, 23 de Junho de 2006

Pedras no Caminho

 

Hoje sinto-me um pouco impotente perante o meu dia-a-dia... É daqueles dias em que todos os problemas me aparecem à porta, e já farta de dar voltas à cabeça ainda não arranjei solução para nenhum...

 

Tenho, sem dúvida, de tomar algumas atitudes para os resolver!

 

Para meu espanto, ao visitar o fotolog do meu amigo Nuno (Ultraman - podem clicar " no link que vão lá dar directamente) encontrei um excerto de um texto de Fernando Pessoa! Li, reli, e como ainda não estava satisfeita fiz "copy " e vou "postá-lo" aqui...
Este texto, disse-me aquilo que eu precisava de ouvir hoje... pois estava a deixar de acreditar em mim mesma e de ter Esperança no Amanha...


"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Fernando Pessoa


Só espero que gostem do texto tanto como eu gostei...

(Beijinhos Nuno!!!) 

 

publicado por Pipoca às 10:14
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Sexta-feira, 16 de Junho de 2006

Os Amigos de Fernando Pessoa...

Um dia a maioria de nós irá separar-se.

Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhámos.

Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim...do companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.

Hoje não tenho mais tanta certeza disso.

 

Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida.

Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que trocaremos.

Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...

Aí, os dias vão passar, meses...anos...até este contacto se tornar cada vez mais raro.

 

Vamo-nos perder no tempo...

 

Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:

"Quem são aquelas pessoas?"

Diremos ...que eram nossos amigos e...isso vai doer tanto!

"Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!"

A saudade vai apertar bem dentro do peito.

 

Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...

 

Quando o nosso grupo estiver incompleto...reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo.

 

E, entre lágrima abraçar-nos-emos.

 

Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.

 

Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado.

 

E perder-nos-emos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida  passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os "meus amores", mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos

  

(Fernando Pessoa)

sinto-me: Nostálgica
publicado por Pipoca às 10:43
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