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Sexta-feira, 11 de Maio de 2007

Paz Perfeita

 
Certa vez um rei teve de escolher entre duas pinturas, qual mais representava a paz perfeita. A primeira era um lago muito tranquilo, este lago era um espelho perfeito onde se reflectiam algumas plácidas montanhas que o rodeavam, sobre elas encontrava-se um céu muito azul com nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela reflectia a paz perfeita.
Já a segunda pintura também tinha montanhas, mas eram escabrosas e não tinham uma só planta, o céu era escuro, tenebroso e dele saíam faíscas de raios e trovões. Tudo isto não era pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás de uma cascata havia um pequeno galho saindo de uma fenda na rocha. Neste galho encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho calmamente sentado no seu ninho. Paz Perfeita. O rei escolheu essa segunda pintura e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas Ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, Permanecemos calmos e tranquilos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz."

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publicado por Pipoca às 09:07
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Terça-feira, 24 de Abril de 2007

Até aos Cumes

 

Lança a tua luva aos pés do Desespero, e verás que não aceita o desafio. Sê - conforme a seiva que tiveres - e vencerás. Levanta-te das pedras que te feriram e deixa que o teu sangue as envergonhe. Não troques nunca o teu sorriso pelas lágrimas, se o anelo do fácil te segredar: "Basta!"

Constrói-te com paciência até aos cumes, e não invejes a gente da planície. Não hesites nunca na Amizade pura, pois tu és o guardador de teu Irmão.

Ama - em Branco, em Grande e em Bom - e terás asas. Desprende-te de quem te retiver por prisioneiro, mas não recuses a mão ao afogado. Compromete-te para sempre com a Esperança, e ela te dirá que és um Menino.

Encara a vida de frente e com ternura. Entende, longe e quente, meretrizes, banqueiros, calafates e ministros..., e todos buscarão o teu segredo.

E se a quadriga moça do teu corpo freme - porque és Homem, porque és de barro, e porque és fraco - puxa as rédeas, meu valente, até à espuma, mas não te esqueças de que é pela Via-láctea que tu corres.

 

(Maria Lucília Bonacho)

publicado por Pipoca às 09:53
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2007

O Homem

 

Era  uma  tarde  do  fim  de Novembro,  já sem nenhum Outono.

A cidade erguia as suas paredes de pedras escuras. O céu estava alto, desolado, cor de frio. Os homens caminhavam empurrando-se uns aos outros nos passeios. Os carros passavam depressa.

Deviam ser quatro horas da tarde de um dia sem sol nem chuva.

Havia muita gente na rua naquele dia. Eu caminhava no passeio, depressa. A certa altura encontrei-me atrás de um homem muito pobremente vestido que levava ao colo uma criança loira, uma daquelas crianças cuja beleza quase não se pode descrever. É a beleza de uma madrugada de Verão, a beleza de uma rosa, a beleza do orvalho, unidas à incrível beleza de uma inocência humana.

Instintivamente o meu olhar ficou um momento preso na cara da criança. Mas o homem caminhava muito devagar e eu, levada pelo movimento da cidade, passei à sua frente. Mas ao passar voltei a cabeça para trás para ver mais uma vez a criança.

Foi então que vi o homem. Imediatamente parei. Era um homem extraordinariamente belo, que devia ter trinta anos e em cujo rosto estavam inscritos a miséria, o abandono, a solidão. O seu fato, que tendo perdido a cor tinha ficado verde, deixava adivinhar um corpo comido pela fome. O cabelo era castanho-claro, apartado ao meio, ligeiramente comprido. A barba por cortar há muitos dias crescia em ponta. Estreitamente esculpida pela pobreza, a cara mostrava o belo desenho dos ossos. Mas mais belos do que tudo eram os olhos, os olhos claros, luminosos de solidão e de doçura. No próprio instante em que eu o vi, o homem levantou a cabeça para o céu.

Como contar o seu gesto?

Era um céu alto, sem resposta, cor de frio. O homem levantou a cabeça no gesto de alguém que, tendo ultrapassado um limite, já nada tem para dar e se volta para fora procurando uma resposta: A sua cara escorria sofrimento. A sua expressão era simultaneamente resignação, espanto e pergunta. Caminhava lentamente, muito lentamente, do lado de dentro do passeio, rente ao muro. Caminhava muito direito, como se todo o corpo estivesse erguido na pergunta. Com a cabeça levantada, olhava o céu. Mas o céu eram planícies e planícies de silêncio.

Tudo isto se passou num momento e, por isso, eu, que me lembro nitidamente do fato do homem, da sua cara, do seu olhar e dos seus gestos, não consigo rever com clareza o que se passou dentro de mim. Foi como se tivesse ficado vazia olhando o homem.

A multidão não parava de passar. Era o centro do centro da cidade. O homem estava sozinho, sozinho. Rios de gente passavam sem o ver.

Só eu tinha parado, mas inutilmente. O homem não me olhava. Quis fazer alguma coisa, mas não sabia o quê. Era como se a sua solidão estivesse para além de todos os meus gestos, como se ela o envolvesse e o separasse de mim e fosse tarde de mais para qualquer palavra e já nada tivesse remédio. Era como se eu tivesse as mãos atadas. Assim às vezes nos sonhos queremos agir e não podemos.

O homem caminhava muito devagar. Eu estava parada no meio do passeio, contra o sentido da multidão.

Sentia a cidade empurrar-me e separar-me do homem. Ninguém o via caminhando lentamente, tão lentamente, com a cabeça erguida e com uma criança nos braços rente ao muro de pedra fria.

Agora eu penso no que podia ter feito. Era preciso ter decidido depressa. Mas eu tinha a alma e as mãos pesadas de indecisão. Não via bem. Só sabia hesitar e duvidar. Por isso estava ali parada, impotente, no meio do passeio. A cidade empurrava-me e um relógio bateu horas.

Lembrei-me de que tinha alguém à minha espera e que estava atrasada. As pessoas que não viam o homem começavam a ver-me a mim. Era impossível continuar parada.

Então, como o nadador que é apanhado numa corrente desiste de lutar e se deixa ir com a água, assim eu deixei de me opor ao movimento da cidade e me deixei levar pela onda de gente para longe do homem.

Mas enquanto seguia no passeio rodeada de ombros e cabeças, a imagem do homem continuava suspensa nos meus olhos. E nasceu em mim a sensação confusa de que nele havia alguma coisa ou alguém que eu reconhecia.

Rapidamente evoquei todos os lugares onde eu tinha vívido. Desenrolei para trás o filme do tempo. As imagens passaram oscilantes, um pouco trémulas e rápidas. Mas não encontrei nada. E tentei reunir e rever todas as memórias de quadros, de livros, de fotografias. Mas a imagem do homem continuava sozinha: a cabeça levantada que olhava o céu com uma expressão de infinita solidão, de abandono e de pergunta.

E do fundo da memória, trazidas pela imagem, muito devagar, uma por uma, inconfundíveis, apareceram as palavras:

- Pai, Pai, por que me abandonaste?

Então compreendi por que é que o homem que eu deixara para trás não era um estranho. A sua imagem era exactamente igual à outra imagem que se formara no meu espírito quando eu li:

- Pai, Pai, por que me abandonaste?

Era aquela a posição da cabeça, era aquele o olhar, era aquele o sofrimento, era aquele o abandono, aquela a solidão.

Para além da dureza e das traições dos homens, para além da agonia da carne, começa a prova do último suplício: o silêncio de Deus.

E os céus parecem desertos e vazios sobre as cidades escuras.

Voltei para trás. Subi contra a corrente o rio da multidão. Temi tê-lo perdido. Havia gente, gente, ombros, cabeças, ombros. Mas de repente vi-o.

Tinha parado, mas continuava a segurar a criança e a olhar o céu.

Corri, empurrando quase as pessoas. Estava já a dois passos dele. Mas nesse momento, exactamente, o homem caiu no chão. Da sua boca corria um rio de sangue e nos seus olhos havia ainda a mesma expressão de infinita paciência.

A criança caíra com ele e chorava no meio do passeio, escondendo a cara na saia do seu vestido manchado de sangue.

Então a multidão parou e formou um círculo à volta do homem. Ombros mais fortes do que os meus empurram-me para trás. Eu estava do lado de fora do círculo. Tentei atravessá-lo, mas não consegui. As pessoas apertadas umas contra as outras eram como um único corpo fechado. À minha frente estavam homens mais altos do que eu que me impediam de ver. Quis espreitar, pedi licença, tentei empurrar, mas ninguém me deixou passar. Ouvi lamentações, ordens, apitos. Depois veio uma ambulância. Quando o círculo se abriu, o homem e a criança tinham desaparecido.

Então a multidão dispersou-se e eu fiquei no meio do passeio, caminhando para a frente, levada pelo movimento da cidade.

**

Muitos anos passaram. O homem certamente morreu. Mas continua ao nosso lado. Pelas ruas.

 

 

  

(Sophia de Mello Breyner Andresen, in Contos Exemplares)

 

Quinta-feira, 5 de Abril de 2007

Caminhos

A sabedoria mostra que é preciso aprender a decifrar mapas para dar forma a sua estrada. Também ninguém vai garantir que o futuro será coroado em forma de uma loteria premiada, já que é quase certo que isso nunca ocorra.

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Quando falamos em carreiras, profissões, e no valor que isso representa na própria vida, temos que levar em consideração que o mundo depende de gente que consegue transformar capacitação em competência, e por conta disso sempre estaremos pela selecção dos mais adaptados.

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As luzes desses caminhos, não retractam homens, nem mulheres. O que temos é uma evolução pela troca onde dia após a dia um vai assumindo mais o lado do outro, criando pelo compartilhamento, um melhor entendimento, evolução e extensão de valores, possibilitando assim a reinvenção sobre o que achávamos que já estava consumado.

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Sabemos que a busca que tentamos ontem, continuará hoje, e se repetirá amanhã, depois e depois. Vivemos atrás dos tesouros materiais e espirituais, pela procura de novos efeitos e equilibrios, que combinem novos arco-íris, mesmo quando não conseguimos tocá-los ou alcançá-los.

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Acho que tudo surge, quando nos antecedemos de motivos. Coisas do tipo “porque estou aqui”, às vezes podem ser mais importantes do que as etapas da conquista, pois a convicção é a garantia para que estejamos envolvidos de entusiasmo dentro daquilo que queremos.

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Penso que nunca temos que fazer algo quando não existe a certeza da dimensão do onde pode nos levar e o quanto isso nos transformará. As consequências das mudanças são sempre maiores do que imaginamos, e daí enquanto houver duvidas, não avance. Estude e analise as possibilidades, sempre se preparando, para não se precipitar nas acções, ampliando sua previsibilidade para o domínio das situações.
O segredo da energia e a sua não dissipação tem a ver com o dominar e ser dominado, pois tudo que somos e fazemos deve despertar sensores para que sejam encaminhados ao cérebro, descodificando e sinalizando motivos para avanços ou não. Todo princípio deve conduzir a resultados, mas longe deles, seu inicio estará na percepção dos olhos alheios, na sensação do conforto, no colo e envolvimento, na força das pessoas e no desejo de encontrar alquimia entre elas.

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Tu podes ser muito bom em alguma coisa, mas alguma coisa pode não ser muito mais do que o mínimo para estar de pé. Inclui diversidade e quantidade no que fazes, pois nem todos que te ouvem e querem são iguais e isso fará muita diferença.
Sempre deverá existir algo que te faça avançar, que venha a te motivar, que construa dias de 24 horas, que plante teu desejo de continuar, que te inclua no papel principal da tua historia, que te inspire a estar bem e feliz.

Valemos a pena, mas às vezes esquecemos, pela ausência de tempo, que devemos criar espaços para brindarmos a nós mesmos.
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Um brinde a ti!

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Um brinde para te abençoar, para que tudo que faças, mesmo o simples, tenha um grande significado.
E que a tua vida, se junte a um destino, que não precisa ser o melhor do mundo, mas que seja o escolhido por ti, e só porque tu vales a pena.
Um brinde, um sorriso, e a certeza de que a historia, mesmo entre altos e baixos, é a grande causa da nossa presença e existência.
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Viver é isso, saber que somos fantásticos, já que sofremos pelos erros, pelas tentativas, e mesmo assim não abandonamos a renovação dos sonhos.

sinto-me:
publicado por Pipoca às 08:20
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Terça-feira, 3 de Abril de 2007

Há pessoas que sabem escrever!

 

De facto, há pessoas que sabem mesmo escrever...

Redacção feita por uma aluna de Letras, que obteve a vitória num concurso interno promovido pelo professor da cadeira de Gramática Portuguesa.

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.

Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar, conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice.

De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.

Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.

Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo.

Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.

Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula.

Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros.

Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa. Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais.

Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.

Ela era um perfeito agente da passiva; ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

Nisto a porta abriu-se repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas, ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história. Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício.

Que loucura, meu Deus!

Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto. Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

Só que, as condições eram estas:

Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

 

Fernanda Braga da Cruz

 



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publicado por Pipoca às 10:33
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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

Anjos

Andava eu a "vasculhar" a internet quando descobri este texto!

Achei particularmente interessante!

Anjos – Uma Discreta Protecção
por Maria Helena Martins

 

Actualmente o estudo sobre os Anjos tem vindo a intensificar-se. Isso talvez se explique pela crise de valores que a Humanidade está a atravessar, o que faz com que haja a necessidade de acreditar em algo superior à fragilidade humana.

Os Anjos sempre existiram, foram os primeiros seres a ser criados e por isso têm um conhecimento infinito. A sua missão é manter a ordem e o equilíbro. Os Anjos fazem a ligação entre o humano e o divino; o material e o espiritual e por isso são cada vez mais invocados.

Se todos os seres humanos se mantiverem unidos através do elo de ligação que os Anjos oferecem, o Mundo poderá transformar-se num local bem melhor para se viver. É muito fácil ouvir aquilo que estes mensageiros de Deus têm a dizer. Para isso basta abrir as portas do coração ao Amor Universal que eles têm para dar.

Os Anjos são seres essencialmente espirituais, que têm inteligência e sabedoria divina. Possuem vontade própria, mas preferem seguir as directrizes do seu Criador.

Um Anjo é um mensageiro dos Céus, um transmissor do amor divino e está encarregue de zelar pelo bem-estar e felicidade de todos os seres, quer sejam pessoas, animais, plantas ou minerais.

Os Anjos estão presentes em todas as religiões e podem manifestar-se de diversas formas, quer seja através de pensamentos e ideias, de uma ajuda inesperada ou até mesmo através de um pequeno raio de sol que entra pela janela. Eles estão sempre prontos a ajudar, no entanto, como o ser humano dispõe do livre arbítrio, nem sempre o podem fazer, uma vez que não interferem na vontade de cada pessoa. Mesmo afastados dos seres humanos, eles nunca os abandonam, continuando a zelar por eles mesmo à distância.

A função do Anjo da Guarda começa quando um bebé nasce (durante os nove meses de gestação encontra-se protegido pelo Anjo protector da sua mãe) e termina quando a vida terrena chega ao fim. O Anjo da Guarda é ainda responsável por encaminhar as almas ao Paraíso.

Estão sempre ao lado das crianças e quando estas já não são tão vulneráveis, regressam ao plano etéreo onde continuam a protegê-las de uma forma mais subtil. Os Anjos conseguem facilmente perceber as alterações de humor dos seres vivos através da mudança de cor da aura, assim, são atraídos ou repelidos conforme a cor que perceberem. Os pedidos que se fazem são também captados por estes seres celestiais através da alteração cromática da aura.

Para os Anjos é muito complicado fazerem-se ver pelos seres humanos. Para que isso aconteça, necessitam de um esforço muito grande, uma vez que é muito difícil materializarem-se num ambiente tão denso e poluído como o da Terra.

Os Anjos estão sempre dispostos a ajudar, para isso basta apenas que a sua ajuda seja solicitada. Eles ficam felizes, porque têm como missão orientar os seres humanos na busca incessante da sua felicidade.

publicado por Pipoca às 10:55
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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2006

O que importa é...

             - O que é que “estar preso” quer dizer?

            - Vê-se logo que não és de cá - disse a raposa. - De que é que tu andas à procura?

            - Ando à procura dos homens - disse o principezinho. - O que é que “estar preso” quer dizer?

            - Os homens têm espingardas e passam o tempo a caçar - disse a raposa. - É uma grande maçada! E também fazem criação de galinhas! Aliás, na minha opinião, é a única coisa interessante que eles fazem. Andas à procura de galinhas?

            - Não - disse o principezinho. - Ando à procura de amigos. O que é que “estar preso” quer dizer?

            - É uma coisa que toda a gente esqueceu - disse a raposa. Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém.

            - Laços?

            - Sim, laços - disse a raposa. - Ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo... (...)

            A raposa calou-se e ficou a olhar muito tempo para o principezinho.

            - Por favor ... Prende-me a ti! - acabou finalmente por dizer.

            - Eu bem gostava - respondeu o principezinho - mas não tenho tempo. Tenho amigos  para descobrir e uma data de coisas para conhecer...

            - Só conhecemos as coisas que prendermos a nós - disse a raposa. - Os homens, agora, já não tem tempo para conhecer nada. Compram as coisas já feitas nos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, prende-me a ti!

            - E o que é preciso fazer? - perguntou o principezinho.

            - è preciso ter muita paciência. Primeiro, sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto...

            O principezinho voltou no dia seguinte.

            Era melhores teres vindo à mesma hora - disse a raposa. Se vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu começo a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Às quatro em ponto hei-de estar toda agitada e inquieta: é o preço da felicidade!

 

 

Antoine de Saint-Exupéry, O principezinho.
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publicado por Pipoca às 11:31
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Quinta-feira, 28 de Setembro de 2006

Hoje recebi uma carta!

Hoje recebi uma carta...

Um texto de uma amiga minha... emocionei-me a ler... e por várias vezes tive de interromper a leitura, pois as lágrimas teimavam em cair!

Fica aqui a prova da minha amizade por ti... e, por favor... nunca te afastes!

"....divagações de uma mente conturbada.......

Hoje sinto-me particularmente triste.... como eu queria ser aquela menina de 5 anos novamente... como eu queria ter a certeza que tudo ia correr bem... como eu queria acreditar que todos aqueles que eu mais gosto nunca iriam desaparecer...

... como eu preciso de sentir o cheiro, o aperto do abraço... o olhar carinhoso....

... como eu queria voltar atrás, nem que fosse por uns minutos... ouvir a voz que me esqueci... sentir a presença... um abraço... um carinho.... infelizmente sei que peço o impossível...

... O meu percurso é tão cheio de buracos, parece uma estrada esquecida, olho para o lado e consigo ver a auto-estrada, mas também não me atrai... vejo pessoas a passar, que não dão valor as coisas mais básicas da vida, como o tal abraço... o cheiro... um sorriso... o ser verdadeiro... prefiro a minha estrada, por vezes caio e magoou-me, mas cada vez que me magoou encontro alguém enquanto me levanto... e que me estende a mão....

... neste momento, não estou tão egoísta como era... agora deixo as pessoas entrar no meu mundo, apesar deste medo que me corrói de as perder.... no fundo acho que tudo aquilo que eu amo morre... e acabo por me afastar das pessoas... elas não entendem... nem eu me entendo.... tenho medo... posso ter medo?

... Por vezes no escuro do meu quarto, fico apavorada, eu preciso tanto que... de......, pois admitir... admitir que preciso de pessoas a meu redor, preciso sorrir... as vezes preciso de sorrir... depois culpo-me.... porquê? Mas porquê?....

... Culpo-me porque... e se perco.... e a falta que me vai fazer sorrir outra vez... será que sei reaprender?....

.... Eu sei... eu tenho a teoria toda, que não é com esta linha de pensamento que devo viver.... mas apeteceu-me ser EU hoje... apeteceu-me abrir um pouco do meu livro....

.... E... caí uma lágrima atrás de outra... já passou...

.... Aprendi que não sei viver sem a amizade, aquela amizade pura, sem preconceitos, sem maldade, e, com muito amor....

Esta cartita é para ti, AMIGA!"

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Segunda-feira, 25 de Setembro de 2006

Crónica do Homem de Fio Dental

No intervalo do jogo mais badalado da semana, entra um homem numa loja de lingerie, a mesma onde a esposa compra o afamado soutien redutor.

Diga-se, em nome da verdade, que é a primeira vez que este homem entra na loja para comprar algo para ele. Está habituado a entrar nas lojas dos chineses, onde compra três pares de cuecas por 5€. Mira a menina que está na loja, depois de esta lhe perguntar se precisa de ajuda. Com um ar ridiculamente embaraçado, pergunta se a loja tem roupa interior de homem, que está posicionada mesmo em frente aos olhos vidrados do homem.

Com umas cervejas a mais e um olhar de gozo, dirige-se ao fio dental e escolhe o tamanho mais pequeno. A menina, habituada aos homens que não conhecem o corpo que têm, faz questão de saber qual é o tamanho que este homem veste. Um XL, pensou ela assim que o viu entrar. Ao constatar o seu erro, o homem que entrou para comprar um fio dental ri-se a bandeiras despregadas. “Pensei que era tamanho único”, diz ele para parecer que percebe do assunto.

Após pagar quase 12€ por uma peça de roupa interior que usará apenas para assustar a esposa, mete conversa com a menina, para se justificar. Porque ele é casado, não é dessas “bichonas” que por aí andam, e porque foi a esposa que insistiu, para terem uma segunda lua-de-mel. Os 7 filhos estão de férias em casa de uma das tias, lá para o Norte. “Há que aproveitar os momentos”, diz ele ainda a rir.

A menina sorri, compreensiva, porque para cair o tabu do homem de fio dental, é preciso que nasça um José Castelo Branco com jeito de homem.

Bárbara

13 de Setembro de 2005

 

Este texto, talvez seja um dos meus preferidos, escrito pela Bárbara (autora da Caixa de Pandora).Beijocas grandes para ti!

sinto-me:
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Domingo, 27 de Agosto de 2006

11 Conselhos

O Seven do Obvious fala-nos de um discurso sobre o Ensino e sobre a política educacional de vida fácil para as crianças feito por Bill Gates numa Escola secundária. Bill Gates deixou no ar 11 Conselhos:
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1º - A vida não é fácil. Habitua-te a isto.
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2º - O mundo não se preocupa com a tua auto-estima. O mundo espera que faças alguma coisa útil por ele ANTES de te sentires bem contigo próprio.
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3º - Não ganharás 6000 euros por mês mal saias da escola. Não serás vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à tua disposição antes de teres conseguido comprar o teu próprio carro e telefone.
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4º - Se achas o teu professor exigente e rude espera até teres um chefe. Ele não terá pena de ti.

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5º - Vender jornais velhos ou trabalhar durante as férias não te diminui socialmente. Os teus avós têm uma palavra diferente para isso: chamam-lhe oportunidade.
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6º - Se fracassares não é por culpa dos outros. Então não lamentes os teus erros, aprende sim com eles.
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7º - Antes de nasceres os teus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por terem de pagar as tuas contas, lavar as tuas roupas e ouvir-te dizer que eles são "ridículos". Então, em vez de salvares o planeta para a próxima geração corrigindo os erros da geração dos teus pais, tenta limpar o teu próprio quarto.
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-
A tua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e vencidos mas a vida não é assim. Nas escolas podes repetir o ano e ter várias hipóteses para acertares. Isto não se parece absolutamente nada com a vida real: se pisares o risco serás despedido - RUA! Faz tudo certo logo à primeira vez.
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9º - A vida não se divide em semestres; não terás sempre os Verões livres e é pouco provável que outros empregados te ajudem a cumprir as tuas tarefas no final de cada período.
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10º - O que vês na televisão NÃO é a vida real. Na vida real as pessoas têm de deixar o bar ou a discoteca e ir trabalhar.
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11º - Sê simpático para com todos os teus colegas mesmo aqueles que te pareçam medíocres. Existe uma grande probabilidade de vires a trabalhar para um deles...

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Vou começar a distribuir estes 11 conselhos aos jovens. Irá-lhes facilitar a vida...

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publicado por Pipoca às 16:23
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Segunda-feira, 21 de Agosto de 2006

Jogue fora as suas "Batatas"!

Um professor pediu aos alunos que levassem uma mochila com batatas para a sala de aula.
Solicitou que separassem uma batata para cada pessoa que os magoara ou de alguma forma os fizera sofrer. Então, escrevessem o nome da pessoa na batata e a colocassem dentro da mochila. Eles começaram a pensar, e foram lembrando uma a uma...
Algumas mochilas ficaram  muito pesadas!
A tarefa seguinte consistia em, durante uma semana, carregar consigo a mochila com as batatas para aonde quer que fossem.
Com o tempo as batatas foram se deteriorando. Era um incomodo carregar a mochila o tempo todo e ainda sentir seu mau cheiro. Alem disso, a preocupação em não esquecê-la em algum lugar fazia com que deixassem de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.
E, foi assim que, os alunos entenderam a lição de que carregar mágoas é tão ruim quanto carregar batatas.
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Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos se enchem de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.
Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.
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Vamos lá!
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Jogue fora suas "batatas"
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E sorria!!!

(Recebi este texto agora mesmo por e-mail! Obrigada, Aninhas!)

publicado por Pipoca às 12:30
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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2006

A Perfeição

Uma história diferente...
Em Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem durante toda a vida escolar, enquanto que outras podem ser encaminhadas para escolas comuns.

Num jantar de beneficiência de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:
- ”Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição? O meu filho não entende as coisas como outras crianças entendem. O meu filho não se pode lembrar de factos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?"
Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas ele continuou:
- "Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele procura está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."
Então ele contou a história seguinte sobre o seu filho Pedro: "Uma tarde, eu e o Pedro caminhávamos pelo parque onde alguns miúdos que o conheciam estavam a jogar basebol.
O Pedro perguntou-me: - Pai, achas que eles me deixam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos miúdos não o quereria na equipa. Mas entendi que se o Pedro pudesse jogar com eles, isso dar-lhe-ia uma confortável sensação de participação.
Aproximei-me de um dos miúdos no campo e perguntei-lhe se o Pedro poderia jogar. O miúdo deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação dos companheiros da sua equipa e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:
- Nós estamos a perder por seis pontos e o jogo está na oitava rodada.

- Acho que ele pode entrar na nossa equipa e tentaremos colocá-lo para bater até a nona  rodada. Fiquei admirado quando o Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do miúdo. Pediram então para que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar.
No final da oitava rodada, a equipa do Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava a perder pôr três. No final da nona rodada, a equipa do Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, o Pedro foi escalado para continuar.
Uma questão veio, porém, à minha mente: a equipa deixaria o Pedro, de facto, rebater nesta circunstância e deitar fora a possibilidade de ganhar o jogo?
Surpreendentemente, o bastão foi dado ao Pedro. Toda gente sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem sequer sabia segurar o devidamente o bastão.
Porém, quando o Pedro tomou posição, o lançador deu alguns passos para arremessar a bola de maneira que o Pedro pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e o Pedro balançou desajeitadamente e perdeu. Um dos companheiros da equipa do Pedro foi ter com ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para o Pedro. Quando veio o lance, o Pedro e o seu companheiro da equipa balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, e o Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Então toda a gente começou a gritar: Pedro, corre para a primeira base. Corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido... Mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele podia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava a correr. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo a gente gritou: Corre para a segunda, corre para a segunda base. Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal.
Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direcção de terceira base e todos gritaram: Corre para a terceira.

Ambas as equipas correram atrás dele a gritar: Pedro, corre para a base principal.

Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 miúdos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipa dele.

 

- ”Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 miúdos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"

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